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‘Vozes da Inclusão’ promove debate sobre acessibilidade em Macaé


Propor um espaço de escuta e reflexão sobre os desafios enfrentados pelas pessoas com deficiência, além de discutir caminhos possíveis para a construção de uma sociedade mais inclusiva e acessível a todos. Esse é o objetivo do encontro ‘Vozes da Inclusão: Vivências, Barreiras e Caminhos para uma Sociedade Acessível’, que será realizado no próximo dia 16, 15h, no auditório do Bloco B da Cidade Universitária.
A iniciativa que visa ampliar o diálogo sobre acessibilidade e inclusão é fruto de uma parceria entre a Coordenação-Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência da Prefeitura de Macaé, o Projeto de Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência na Educação (PAIDE), da UFRJ, e o Centro Multidisciplinar UFRJ-Macaé.
A programação contará com intérprete de Libras, garantindo acessibilidade ao público, e os participantes receberão certificado. A entrada é gratuita e não é necessário realizar inscrição prévia.
Caroline Mizurine, coordenadora-geral de Políticas para Pessoas com Deficiência do município, explica que a motivação para a realização do encontro surge da necessidade de fortalecer a inclusão e a escuta ativa das pessoas com deficiência visual na cidade.

“O evento pretende transformar a percepção social sobre a cegueira e a baixa visão, saindo de uma visão de limitação para oportunidades. A motivação central é garantir que as pessoas com deficiência visual ocupem espaços de fala e compartilhem suas experiências reais, fortalecendo sua independência no cotidiano. A Coordenação utilizará esse encontro para monitorar e avaliar a eficácia das políticas municipais”, observa.

Segundo ela, o diálogo direto com a sociedade civil permitirá identificar demandas específicas e subsidiar novos projetos, como o futuro Centro de Referência para Pessoas com Deficiência em Macaé.

“Eu levo muito a sério o lema ‘Nada sobre nós sem nós’. Por isso, vou me colocar na posição de escuta e aprendizado. Acredito que essa seja a atitude mais ética e estratégica nesse cenário. Só é possível criar políticas públicas eficazes quando o aprendizado vem de quem vivencia, no dia a dia, desafios como buracos nas calçadas ou a ausência de sinalização sonora”, ressalta a coordenadora.

A organização reforça a importância da participação da sociedade civil no debate, como forma de fortalecer a construção coletiva de políticas públicas mais acessíveis, ampliando vozes, experiências e caminhos para uma cidade mais inclusiva para todos.


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