Walking Tour Inclusivo promove acessibilidade e resgata história em Imbetiba
A orla de Imbetiba foi palco, nesta sexta-feira (10), da segunda edição do Walking Tour Inclusivo, iniciativa voltada exclusivamente para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O passeio guiado reuniu usuários de cadeiras de rodas, pessoas com deficiência auditiva e participantes com mobilidade limitada em uma experiência de lazer acessível ao ar livre.
Com duração aproximada de uma hora, a caminhada foi conduzida pela guia Paloma Rosa, da Secretaria Municipal de Turismo, que apresentou aos participantes um panorama histórico e cultural da região. Durante o percurso, foram abordados temas como a origem do bairro, a importância do antigo porto, o desenvolvimento de Imbetiba como área de veraneio e a influência da Petrobras na transformação local, além do cenário turístico atual.
A edição deste mês foi planejada em alusão ao Dia Nacional de Libras, celebrado em 24 de abril. A programação contou com um intérprete de Língua Brasileira de Sinais, garantindo a inclusão do público surdo e ampliando o alcance da atividade.
De acordo com a coordenadora-geral de Políticas para Pessoas com Deficiência do município, Caroline Mizurine, o projeto representa um avanço importante na promoção da inclusão. Segundo ela, a iniciativa é fruto da integração entre diferentes secretarias municipais, incluindo Turismo, Educação e Defesa Civil, com o objetivo de ampliar o acesso das pessoas com deficiência aos espaços de lazer da cidade.
Caroline destacou ainda que o local escolhido para o passeio oferece condições de acessibilidade, permitindo a participação de usuários de cadeiras de rodas. Após a caminhada, os participantes também puderam acessar a Praia de Imbetiba por meio de adaptações estruturais disponíveis no local.
A ação foi organizada de forma intersetorial pela Coordenadoria Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária.
Entre os participantes, o usuário de cadeira de rodas João Barcelos, de 58 anos, elogiou a iniciativa. Para ele, o passeio representa uma oportunidade de lazer e inclusão, além de incentivar a saída de casa por parte das pessoas com deficiência.
“É uma novidade para nós e um atrativo a mais. A maior dificuldade ainda é encontrar locais acessíveis. Ter um espaço como esse é muito positivo. Além disso, é um resgate da nossa cultura, com histórias e imagens que fazem parte da nossa memória”, afirmou.
Alunos das escolas municipais Jofre Frossard, na Aroeira, e Ancyra Gonçalves Pimentel, no Miramar, também participaram da atividade, reforçando o caráter educativo e inclusivo da ação.
A edição deste mês foi planejada em alusão ao Dia Nacional de Libras, celebrado em 24 de abril. A programação contou com um intérprete de Língua Brasileira de Sinais, garantindo a inclusão do público surdo e ampliando o alcance da atividade.
De acordo com a coordenadora-geral de Políticas para Pessoas com Deficiência do município, Caroline Mizurine, o projeto representa um avanço importante na promoção da inclusão. Segundo ela, a iniciativa é fruto da integração entre diferentes secretarias municipais, incluindo Turismo, Educação e Defesa Civil, com o objetivo de ampliar o acesso das pessoas com deficiência aos espaços de lazer da cidade.
Caroline destacou ainda que o local escolhido para o passeio oferece condições de acessibilidade, permitindo a participação de usuários de cadeiras de rodas. Após a caminhada, os participantes também puderam acessar a Praia de Imbetiba por meio de adaptações estruturais disponíveis no local.
A ação foi organizada de forma intersetorial pela Coordenadoria Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Acessibilidade e Economia Solidária.
Entre os participantes, o usuário de cadeira de rodas João Barcelos, de 58 anos, elogiou a iniciativa. Para ele, o passeio representa uma oportunidade de lazer e inclusão, além de incentivar a saída de casa por parte das pessoas com deficiência.
“É uma novidade para nós e um atrativo a mais. A maior dificuldade ainda é encontrar locais acessíveis. Ter um espaço como esse é muito positivo. Além disso, é um resgate da nossa cultura, com histórias e imagens que fazem parte da nossa memória”, afirmou.
Alunos das escolas municipais Jofre Frossard, na Aroeira, e Ancyra Gonçalves Pimentel, no Miramar, também participaram da atividade, reforçando o caráter educativo e inclusivo da ação.
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